Câmara de Arruda dos Vinhos vai recrutar novos trabalhadores em 2015

arruda_dos_vinhosA Câmara de Arruda dos Vinhos (PS) vai admitir, pelo menos, cinco novos trabalhadores em 2015, de acordo com o orçamento para esse ano, aprovado na noite de segunda-feira pelo executivo municipal.

O orçamento, aprovado por maioria, com os votos contra do PSD (partido que até 2013 governava o município), prevê 115 mil euros para “recrutamento de pessoal para novos postos de trabalho”.

O presidente da câmara, André Rijo, afirmou à agência Lusa que a autarquia vai recrutar, “no mínimo, cinco assistentes operacionais para os setores das águas e limpeza urbana, que estão deficitários”.

O autarca aguarda pela eventual mobilidade de funcionários, para decidir em janeiro por outras eventuais contratações, se a despesa com pessoal não aumentar face a 2014 e não atingir os 35% do orçamento.

Com 10,2 milhões de euros previstos, o orçamento contempla 3,8 milhões de euros para despesas com funcionários.

André Rijo destacou como prioridades para 2015 o apoio social, para a qual existe uma dotação orçamental de 65 mil euros.

Pela primeira vez, o município vai avançar com a atribuição de “cheques farmácia”, destinados a pagar medicamentos a cidadãos desfavorecidos, e um outro programa de apoio a idosos isolados, concedendo-lhes equipamentos de teleassistência.

A autarquia tem também previsto o “Projeto Esperança”, para apoiar famílias carenciadas na aquisição de bens de primeira necessidade para crianças.

Outros apoios estão também previstos, por exemplo para pessoas portadoras de deficiência e estudantes do ensino superior carenciados.

Lélio Lourenço, vereador do PSD, explicou que a oposição votou contra porque o orçamento “não traz nada de novo”, apesar de reconhecer que existe um esforço de contenção orçamental.

Arruda dos Vinhos foi uma das câmaras que avançou também para o orçamento participativo, dispondo de uma verba de 15 mil euros para projetos propostos pelos cidadãos do concelho.

André Rijo adiantou que, entre os meses de novembro e dezembro, a autarquia vai realizar 11 reuniões públicas descentralizadas pelas diversas freguesias, onde vai recolher os contributos.

Até abril vão ser selecionadas as melhores propostas, sendo o projeto vencedor anunciado em maio.

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